Mostrando postagens com marcador Evolução. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Evolução. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mergulhador fotografa divisão entre placas tectônicas na Islândia

O britânico Alexander Mustard documentou um mergulho entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia, que se afastam a cada ano.

Da BBC

O fotógrafo britânico Alexander Mustard registrou o mergulho que ele e outros colegas fizeram na fenda entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia.

A aventura para conhecer a "fronteira" entre as duas placas ocorreu no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia. A paisagem submersa do parque é cheia de vales, falhas e fontes de lava, formados pelo afastamento gradual entre as duas placas, que se distanciam cerca de 2,5 centímetros uma da outra a cada ano.

Foto tectônica 2 (Foto: Alexander Mustard / Solent )Fotos foram tiradas nas imediações do Parque Nacional Thingvellir. (Foto: Alexander Mustard / Solent )

Os mergulhadores que participaram da expedição desceram cerca de 24 metros na fenda entre as placas, mas chegaram a até 60 metros de profundidade em cânions como o Silfra e o Nikulasargia.

Mustard, de 36 anos, diz que as imagens mostram 'o mundo submarino único da Islândia, que, assim como a ilha, é formado por paisagens vulcânicas'.

A lava e o vapor quente na interseção entre as placas criou também a chaminé hidrotermal Arnarnes Strytur, visitada pelos mergulhadores. A água é expulsa da chaminé 80°C e forma uma coluna turva ao entrar em contato com a água do mar, que está a 4°C.

Alexander Mustard é especializado em imagens submarinas. Um de seus trabalhos mais conhecidos é o registro fotográfico de destroços de navio no fundo do mar ao redor do mundo.

Foto tectônica 1 (Foto: Alexander Mustard / Solent)Mergulhadores chegaram a atingir até 60 metros de profundidade. (Foto: Alexander Mustard / Solent)

Placas tectônicas
A noção de placas tectônicas foi desenvolvida nos anos 1960 para explicar as localizações dos vulcões e outros eventos geológicos de grande escala.

De acordo com a teoria, a superfície da Terra é feita de uma "colcha de retalhos" de enormes placas rígidas, com espessura de 80 km, que flutuam devagar por cima do manto, uma região com magma nas profundezas da terra.

Foto tectônica 3 (Foto: Alexander Mustard / Solent)Fenda entre duas placas tectônicas foi estudada. (Foto: Alexander Mustard / Solent)

As placas mudam de tamanho e posição ao longo do tempo, movendo entre um e dez centímetros por ano - velocidade equivalente ao crescimento das unhas humanas.

O fundo do oceano está sendo constantemente modificado, com a criação de novas crostas feitas da lava expelida das profundezas da Terra e que se solidifica no contato com a água fria. Assim, as placas tectônicas se movem, gerando intensa atividade geológica em suas extremidades.

As atividades nestas zonas de divisa entre placas tectônicas são as mesmas que dão origem aos terremotos de grande magnitude.

Foto tectônica 4 (Foto: Alexander Mustard / Solent)Alexander Mustard é especializado em fotografia no fundo do mar. (Foto: Alexander Mustard / Solent)

quinta-feira, 24 de junho de 2010

A evolução das bolas em todas as Copas

Jogador de hoje é mal acostumado mesmo. Ficam reclamando da pobre Jabulani. Queria ver é jogar com as bolas fabricadas antes da década de 70.

Via: Byte Que Eu Gosto!

sábado, 15 de agosto de 2009

A evolução de um logotipo

Revisão das Logomoarcas
http://oblog.virgula.uol.com.br/omedi/wp-content/uploads/2009/08/coke_pepsi_chart_revised.jpg

A evolução de um logotipo (sim, de apenas um).
logo pepsi coca cola

Via: Omedi

sábado, 1 de agosto de 2009

AR – Realidade “Aumentada”; Novo conceito by TAT

Depois de alguns videos de realidade aumentada que deixaram a comudidade de boca aberta, eis que foi lançado um video que mostra um aplicativo (TAT AI, Augmented ID) capaz de identificar visualmente um utilizador de redes sociais e apresentar as suas participações e perfis em dispositivos moveis, algo que simplesmente me deixou de boca aberta (tal como outras aplicações da mesma empresa). Vejam o video:

Simplesmente fantástico, mas algo que pode ser um pouco “assustador”, imaginem que podem aceder a qualquer perfil de um desconhecido e obter algumas das suas informações sem qualquer tipo de permissão do utilizador. Claro que este aplicativo vai permitir gerir os seu perfis publicos mas vai haver sempre gente que não se preocupa com estas politicas de “bom uso” e que deixará o seu perfil disponivel para as mais variadas entidas e pessoas.

Resta afirmar que esta aplicação será um sucesso principalmente para adeptos de gadgets e podemos adivinhar que brevemente estará disponivel para compra/subscrição até porque ja existem outros aplicativos igualmente fantasticos apresentados por este grupo. Venham eles!

Se o proprio nome poderia ser indiferente, os resultados finais falam por si! Conheçam a TAT – The Astonishing Tribe e mais algumas das suas aplicações no site oficial: http://tat.se

Podem também seguir o grupo no twitter: TATMobileUI

sábado, 11 de julho de 2009

ESA registra desaparecimento da parte sul do Mar de Aral





Imagens captadas pelo satélite Envisat, da ESA, agência espacial europeia, registraram o processo de desaparecimento de parte do Mar de Aral - situado na Ásia Central, entre o Cazaquistão e o Uzbequistão -, que já foi um dos quatro maiores mares da Terra. Cientistas estimam que a capacidade da parte sul do Aral tenha sumido por completo até 2020. As informações são do jornal espanhol El Mundo.

Há três anos, o Aral já havia sofrido uma grande diminuição em seu tamanho, mas de 2006 para cá, ele se tornou pouco mais do que alguns lagos dispersos. O clima também sofre com o desaparecimento gradativo devido à função reguladora que os mares possuem. A temperatura na região tem sido mais fria no inverno e mais quente no verão.

Uma das possíveis causas do desastre foi a utilização da água dos rios que desembocam no mar para irrigação de cultivos. O sumiço da água deu lugar a um deserto de 40 mil km² que passou a ser chamado de Aral Karakum.

No final dos anos 1980, o Mar de Aral já havia se dividido em dois: o Aral Pequeno ao norte, no Cazaquistão, e o Aral Grande ao sul, com forma de ferradura e compartilhado por Cazaquistão e Uzbequistão. Até 2000, foi a vez do Aral Grande se dividir em duas partes: a oeste e a leste, esta última registrou perda de 80% da capacidade de água.

O governo do Cazaquistão e o Banco Mundial mobilizaram esforços para salvar a parte norte, construindo um dique na região sul que ajudou o nível de água a recuperar 4 m.


Via: Terra