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domingo, 28 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
O tráfego aéreo mundial
Assista ao curioso vídeo abaixo e veja como são as rotas do tráfego aéreo mundial durante as 24 horas de cada dia. A movimentação das aeronaves dão destaque aos continentes norte-americano, europeu e asiático - os quais possuem um tráfego maior do que os outros em questão.
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quarta-feira, 26 de novembro de 2008
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
segunda-feira, 2 de junho de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
Gigante da América do Sul está acordando
A edição deste sábado do jornal britânico The Guardian dedica uma página inteira ao "país do futuro", o Brasil, explicando por quê muitos acreditam que finalmente "o gigante adormecido da América do Sul" está acordando.
O diário diz que muitos empresários e políticos brasileiros estão convencidos de que o Brasil está caminhando para um lugar de destaque no cenário internacional graças aos avanços na situação econômica do país.
"Graças em grande parte ao 'boom' mundial das commodities, esta região de plantação de soja (o Mato Grosso) se transformou na vanguarda da marcha do Brasil rumo ao palco mundial", começa dizendo a matéria, assinada pelo repórter Tom Phillips.
Ele lembra que apesar de o Brasil ter sido conhecido como o país do futuro há muito tempo, uma série de crises econômicas e políticas, além de 21 anos de ditadura militar, evitaram com que o país chegasse lá.
Momento favorável
"Agora as coisas parecem estar mudando. A moeda brasileira atingiu a maior alta dos últimos nove anos em relação ao dólar, a inflação está sob controle e milhões de brasileiros estão sendo empurrados em direção a uma nova classe média", afirma Phillips.
Ele também lembra que na semana passada, a agência Standard & Poor's revisou para cima o rating concedido ao Brasil, melhorando a classificação geral para grau de investimento.
"De laranjas e minério de ferro a biocombustíveis, as exportações do Brasil estão estourando, criando uma nova geração de magnatas. O clube de milionários do Brasil aumentou de 130 mil em 2006 para 190 mil no ano passado - uma das taxas mais rápidas do mundo, de acordo com um estudo do Boston Consulting Group", afirma a matéria.
O texto do The Guardian também lembra das recentes descobertas de grandes reservas de petróleo pela Petrobras, que deram o apelido de "xeique Lula" ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva "e indicam a possibilidade de o Brasil se tornar um grande produtor de petróleo em breve".
O repórter encerra a matéria ressaltando que analistas acreditam que uma queda nos preços dos commodities pode acabar com o ritmo acelerado de crescimento do Brasil e outros questionam se os sistemas de infra-estrutura e educação são fortes o suficiente para manter o bom momento econômico.
"Tudo isso não significa que você tem crescimento econômico garantido. O Brasil ainda tem problemas estruturais sérios. Existem algumas armadilhas sérias que comprometem este crescimento: educação, ter uma mão-de-obra qualificada, saúde", ressaltou a economista da Fundação Getúlio Vargas, Lia Valls, citada na matéria.
O diário diz que muitos empresários e políticos brasileiros estão convencidos de que o Brasil está caminhando para um lugar de destaque no cenário internacional graças aos avanços na situação econômica do país.
"Graças em grande parte ao 'boom' mundial das commodities, esta região de plantação de soja (o Mato Grosso) se transformou na vanguarda da marcha do Brasil rumo ao palco mundial", começa dizendo a matéria, assinada pelo repórter Tom Phillips.
Ele lembra que apesar de o Brasil ter sido conhecido como o país do futuro há muito tempo, uma série de crises econômicas e políticas, além de 21 anos de ditadura militar, evitaram com que o país chegasse lá.
Momento favorável
"Agora as coisas parecem estar mudando. A moeda brasileira atingiu a maior alta dos últimos nove anos em relação ao dólar, a inflação está sob controle e milhões de brasileiros estão sendo empurrados em direção a uma nova classe média", afirma Phillips.
Ele também lembra que na semana passada, a agência Standard & Poor's revisou para cima o rating concedido ao Brasil, melhorando a classificação geral para grau de investimento.
"De laranjas e minério de ferro a biocombustíveis, as exportações do Brasil estão estourando, criando uma nova geração de magnatas. O clube de milionários do Brasil aumentou de 130 mil em 2006 para 190 mil no ano passado - uma das taxas mais rápidas do mundo, de acordo com um estudo do Boston Consulting Group", afirma a matéria.
O texto do The Guardian também lembra das recentes descobertas de grandes reservas de petróleo pela Petrobras, que deram o apelido de "xeique Lula" ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva "e indicam a possibilidade de o Brasil se tornar um grande produtor de petróleo em breve".
O repórter encerra a matéria ressaltando que analistas acreditam que uma queda nos preços dos commodities pode acabar com o ritmo acelerado de crescimento do Brasil e outros questionam se os sistemas de infra-estrutura e educação são fortes o suficiente para manter o bom momento econômico.
"Tudo isso não significa que você tem crescimento econômico garantido. O Brasil ainda tem problemas estruturais sérios. Existem algumas armadilhas sérias que comprometem este crescimento: educação, ter uma mão-de-obra qualificada, saúde", ressaltou a economista da Fundação Getúlio Vargas, Lia Valls, citada na matéria.
Via: UOL
sábado, 3 de maio de 2008
Preocupado com o meio ambiente?
Confira no gráfico abaixo quais são as empresas de eletrônicos que se preocupam ou não com planeta, segundo o Greenpeace.
Quanto mais a empresa estiver para o lado verde, maior é sua preocupação com o meio ambiente, isso indica que a empresa está tomando as devidas providências para não “detonar” com o que nos resta… Ou mais ou menos isto!!!
A versão 1 do gráfico acima é referente a agosto de 2006, já a versão 7 é referente a março de 2008. Clique em cada uma das versões para ver a posição das empresas em cada época.
terça-feira, 22 de abril de 2008
US$ x €
A moeda européia valia nesta terça-feira (22/04/2008) 1,6019 dólar às 16h00 GMT após ter registrado uma série de altas sucessivas.
Novo sinal de recessão na maior economia do mundo, o indicador de revendas de residências nos Estados Unidos entrou no vermelho no mês de março, com um recuo de 2,0% a 4,93 milhões (em ritmo anual), apesar de uma forte queda dos preços.
"Além dos preços elevados para empréstimos no setor imobiliário, o pessimismo reina entre os consumidores americanos quanto às perspectivas econômicas, com um índice de confiança em seu nível mais baixo desde a recessão de 1982", afirmou Michelle Meyer, do Lehman Brothers.
Estes dados representam um dos ecos da crise dos empréstimos hipotecários de risco, que fazem com os investidores acreditem que o pior ainda está por vir.
Abaixo estão algumas datas importantes do euro desde a sua criação:
31 de dezembro de 1998: a paridade do euro com as antigas moedas européias (marco alemão, lira italiana, franco francês...) chega ao fim. Ele corresponde ao valor de 1,1665 dólar.
4 de janeiro de 1999: primeiro dia de cotação oficial. O euro fecha em alta de 1,1837 dólar.
27 de janeiro de 2000: pela primeira vez, o euro vale menos de um dólar, a 0,9882 dólar.
26 de outubro de 2000: o euro chega ao seu nível mais baixo a 0,8230 dólar.
9 de novembro de 2000: após uma série de intervenções do Banco Central europeu (BCE), o euro fica abaixo de 0,86 dólar.
2 de janeiro de 2002: introdução de moedas e notas de euro; a divisa sobe, um movimento que será mantido gradualmente com uma economia norte-americana enfraquecida.
15 de julho de 2002: o euro chega à paridade com o dólar.
30 de dezembro de 2004: o euro atinge 1,3666 dólar antes de uma longa estagnação, diante das perspectivas de crescimento dos Estados Unidos que parecem melhores que às da Europa.
15 de novembro de 2005: após quase um ano de correção, o euro recua a 1,1640 dólar, antes de voltar a subir.
20 de setembro de 2007: o euro chega a 1,40 dólar.
26 de fevereiro de 2008: a moeda européia atinge a faixa de 1,50 dólar após o anúncio de estatísticas apresentando novos sinais de enfrequecimento da economia norte-americana.
22 de abril de 2008: a divulgação de dados relativos a revendas de residências nos Estados Unidos representa mais um sinal de fraqueza e impulsiona o euro a um nível acima de 1,60 dólar.
Novo sinal de recessão na maior economia do mundo, o indicador de revendas de residências nos Estados Unidos entrou no vermelho no mês de março, com um recuo de 2,0% a 4,93 milhões (em ritmo anual), apesar de uma forte queda dos preços.
"Além dos preços elevados para empréstimos no setor imobiliário, o pessimismo reina entre os consumidores americanos quanto às perspectivas econômicas, com um índice de confiança em seu nível mais baixo desde a recessão de 1982", afirmou Michelle Meyer, do Lehman Brothers.
Estes dados representam um dos ecos da crise dos empréstimos hipotecários de risco, que fazem com os investidores acreditem que o pior ainda está por vir.
Abaixo estão algumas datas importantes do euro desde a sua criação:
31 de dezembro de 1998: a paridade do euro com as antigas moedas européias (marco alemão, lira italiana, franco francês...) chega ao fim. Ele corresponde ao valor de 1,1665 dólar.
4 de janeiro de 1999: primeiro dia de cotação oficial. O euro fecha em alta de 1,1837 dólar.
27 de janeiro de 2000: pela primeira vez, o euro vale menos de um dólar, a 0,9882 dólar.
26 de outubro de 2000: o euro chega ao seu nível mais baixo a 0,8230 dólar.
9 de novembro de 2000: após uma série de intervenções do Banco Central europeu (BCE), o euro fica abaixo de 0,86 dólar.
2 de janeiro de 2002: introdução de moedas e notas de euro; a divisa sobe, um movimento que será mantido gradualmente com uma economia norte-americana enfraquecida.
15 de julho de 2002: o euro chega à paridade com o dólar.
30 de dezembro de 2004: o euro atinge 1,3666 dólar antes de uma longa estagnação, diante das perspectivas de crescimento dos Estados Unidos que parecem melhores que às da Europa.
15 de novembro de 2005: após quase um ano de correção, o euro recua a 1,1640 dólar, antes de voltar a subir.
20 de setembro de 2007: o euro chega a 1,40 dólar.
26 de fevereiro de 2008: a moeda européia atinge a faixa de 1,50 dólar após o anúncio de estatísticas apresentando novos sinais de enfrequecimento da economia norte-americana.
22 de abril de 2008: a divulgação de dados relativos a revendas de residências nos Estados Unidos representa mais um sinal de fraqueza e impulsiona o euro a um nível acima de 1,60 dólar.
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